Aula 01



Um dos precursores principais da aula de sociologia e educação nesta semana foram os números do PISA (O Pisa - Programa Internacional de Avaliação de Alunos) é uma avaliação internacional que mede o nível educacional de jovens de 15 anos por meio de provas de Leitura, Matemática e Ciências.O exame é realizado a cada três anos pela OCDE (Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico, segundo o INEP.

O Brasil ao fazer essa  prova ao longo dos anos mostrou grande avanço em questão de números e melhoria, se tornando um dos poucos países a avançar tanto, porém, ao estudar esses dados pelo PISA, notei que ainda existe uma diferença muito grande entre meninos e meninas em vários aspectos, meninos se saem melhor em matemática e meninos em leitura, algo muito preocupante, a final estamos lidando com uma coisa que vai reverberar no futuro não tão distante. A sociedade brasileira faz com que existam diferenças de gênero nas escolas por causa do modelo patriarcal, fazendo com que os meninos se sintam mais oprimidos e obrigados a exercer a masculinidade toxica, prejudicando todos ao seu redor, visto que, isso aumenta o índice de bullying nos ambientes educativos.
O discurso da segunda metade da aula, foi tido justamente baseado nisso, o bullying e a violência escolar, de tal forma que o debate sobre o triste acidente que ocorreu em Suzano nos guiou pela realidade escolar, não só no Brasil como em outros países da América. São índices extremamente preocupantes, já que desde de cedo pela intimidação e opressão em escola, as pessoas estão crescendo e se tornando resentidas e com marcas permanentes desses abusos, ao meu ver, esse é um problema crescente e preocupante. No Brasil já foram dois massacres deste tipo, e quando se olha o passado desse atirador, e conversa com as pessoas que estiveram durante a vida com ele, se vê que ele foi uma criança que sofria, uma criança que era perturbado pelos demais e não sabia se defender. Claro que isso não é motivo para tirar vida de pessoas inocentes, mas eu consigo entender os motivos agravantes que levaram estas pessoas a cometerem tais crimes hediondos. É necessário como educador e pessoa, ter um olhar observador ao seu redor, todas as pessoas passam pro problemas, e claro que não é nossa culpa, porém, não quer dizer que ao ver uma pessoa passando por problemas, eu irei simplesmente me fechar a respeito disso. Como pessoa e futura educadora, espero que não deixe pessoas como essas passarem despercebidas.

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